terça-feira, 8 de setembro de 2009

RESENHA DO FILME “O SHOW DE TRUMAN: O SHOW DA VIDA”

RESENHA DO FILME “O SHOW DE TRUMAN: O SHOW DA VIDA”
          Lançado em 1998 pela Paramount Pictures o filme “O Show de Truman: O Show da vida” teve direção de Peter Weir, são aproximadamente 103 minutos abordando o tema de como a mídia tem poder sobre as pessoas. Seu maior foco é mostrar para o espectador como se pode criar e recriar, invadir e nortear a vida de pessoas que não se dão conta das mais antigas éticas sociais. De formas dramáticas e muitas vezes radicais nos encontramos dentro da história do filme, não como tal e qual Truman, mas como a massa que se deixa corromper pela falsa democracia e o real capitalismo selvagem. O que mais importa na visão do filme é ter audiência e vender seus produtos comerciais.
         Este é um filme que, a meu ver, tem dois protagonistas, o vendedor de seguros, Truman Burbank, vivido por Jim Carrey e o diretor do Reality show Christof, o restante dos personagens são tanto no filme, quanto na estória simples coadjuvantes. Os interesses de cada parte dos personagens são bem diferentes e definidas. O primeiro quer apenas uma vida simples, viver de forma generosa e social, mesmo porque ele acredita ser uma pessoa real, acredita que ele é uma pessoa igual a todas as outras que o rodeiam, acredita que tem vontade própria. O segundo quer a todo custo sua vida comercial, financeira e principalmente recheada de poder e dinheiro. Quando cito a todo custo me norteio na cena em que até Christof, por alguns minutos, acredita que Truman tenha morrido no mar, na tempestade provocada por ele mesmo. Já o restante dos personagens está apenas trabalhando para sobreviver neste mundo que quem dita às regras é o poder financeiro.
          Sem dúvida alguma, este é um filme apropriado para todos aqueles que ainda conseguem ter um olhar crítico e reflexivo sobre o poder da mídia na sociedade e o quanto ela pode prejudicar os modos de vida das pessoas menos avisadas de que é a mídia que toma decisões e manipula não só informações, bem como vidas inteiras. Este exemplo de Truman, ou seja, esta estória é verdadeiramente real, não em um grau específico como este do filme, mas as pessoas estão com suas vidas controladas pela mídia e não conseguem nem mais tomar posições e decisões que possam acabar com esta situação, ou pelo menos amenizar.

sábado, 22 de agosto de 2009




Cardápio Musical marca o ritmo em mercados e espaços públicos de Rio Branco
Sandra Assunção
07-Ago-2009



Mais de cem músicas são tocadas ao vivo para o públicoÉ simples assim: o público escolhe a música em um cardápio que tem cem opções. A música então é executada ali mesmo, ao vivo. Esse é o Projeto Cardápio Musical, desenvolvido pela atriz Sandra Buh por meio da Fundação Garibaldi Brasil. As apresentações começam nesta sexta-feira, às 14 horas, no Mercado Público da Estação Experimental. No sábado a apresentação é às 8 horas, na Gameleira, e no domingo, às 8 horas, no Mercado Elias Mansour.O cardápio é variado: música popular, samba, forró, músicas acreanas e infantis. "Nosso objetvo é proporcionar lazer e cultura a pessoas que vão a mercados e outros espaços públicos", relata Sandra. O valor do projeto Cardápio Musical é de R$ 10 mil e estão previstas dez apresentações.
Realizado em locais como o Sesc e empresas privadas, o projeto é financiado pela primeira vez pela Fundação Garibaldi Brasil. O grupo tem Sandra no vocal, Rosimar Brilhante no violão, Bahiano na percussão e Fraçoise Pessoa é a garçonete que oferece o cardápio ao público, ou "garçonsoise", como é chamada pelos outros integrantes do grupo. "Ainda não temos nome. Estamos pensando em algo criativo", relata Sandra. A atriz conta que em novembro começará também o projeto de contação de histórias "Foi Mamãe Que Me Contou", que será desenvolvido no Theatro Hélio Melo. O valor é de R$ 9 mil e será executado pela Fundação Estadual de Cultura Elias Mansour.





Cardápio Cultural oferece música para visitantes de espaços públicos da capital

Por Veriana Ribeiro, Assessoria Fundação GAribaldi Brasil
20 de agosto de 2009 (Notícias da hora)



Projeto aprovado na Lei Municipal de Incentivo a cultura leva repertório de boa qualidade em uma iniciativa diferente e divertida
A garçonete aproxima-se vestindo o tradicional preto e branco da profissão. Nas mãos, o cardápio colorido. O senhor olha as opções, depois de um breve período de tempo pede:
- Eu quero um Carinhoso, do Pixiguinha!
A garçonete anota o pedido e retira-se, indo entregar a cantora. Ou melhor, a Garsomçoise, como foi apelidada a garçonete musical Françoise Pessoa pelos colegas do projeto "Cardápio Musical - Uma mistura de ritmos" que foi aprovado este ano pela na Lei Municipal de Incentivo a Cultura com o apoio do Banco do Brasil.
O projeto é simples: Através de um cardápio com mais de 100 músicas de diversos ritmos, indo desde os compositores acreanos até cantigas infantis, o cliente faz o pedido que é prontamente atendido pela cantora Sandra Buh, o músico Rosimar Brilhante e o percussionista Baiano. O projeto acontece em espaços públicos, como mercados e praças.
"O interessante é a interação com o público, os funcionários do local, os feirantes. As pessoas pedem música, oferecem, conversam. Isso é legal", comentou Françoise Pessoa, falando da experiência de um ano trabalhando com o grupo em espaços privados. Agora o desafio é outro, e até o final de agosto eles vão estar se apresentando pela cidade de Rio Branco. O Mercado da Estação Experimental, camelódromo, Mercado Elias Mansour, Restaurante Popular e Mercado Velho foram alguns dos palcos que serviram esse especial cardápio. Quem quiser, pode conferir a apresentação de Sandra Buh com o projeto do Cardápio Musical nesta quinta-feira, às 20h30 na Rodoviária.



Cardápio Musical faz apresentações no Terminal Rodoviário e na Praça da Revolução

Paula Amanda, da Agência Agazeta.net
Sex, 14 de Agosto de 2009 15:17


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Grupo de artistas oferece um variado cardápio musical e o público decide as músicas que serão interpretadas

Garsomçoise anota os pedidos com a música que o cliente escolher (Foto: Divulgação)Sandra Buh, Rosimar Brilhante, Baiano e Françoise Pessoa se apresentam, no Terminal Rodoviário, nesta sexta-feira, 14, às 20h30, e na Praça da Revolução, no domingo, 16, às 18h. O show faz parte do Projeto Cardápio Musical – Uma mistura de ritmos, aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura.O grupo de atores e músicos vai a escolas, mercados, feiras e terminais. Agarçonete Françoise oferece o cardápio, o público pode escolher a música que preferir e ouvir na interpretação da vocalista Sandra Buh, acompanhada por violão e percussão. O repertório, ou cardápio, é bem eclético, podendo atender a todos os gostos, indo da bossa nova ao brega. Os artistas também interpretam músicas acreanas.O objetivo do projeto é proporcionar ao público uma apreciação musical de forma inovadora, difundindo a música popular brasileira e acreana. O projeto recebe o apoio do Banco do Brasil.



“O QUARTO PODER” E “ALÉM DO CIDADÃO KANE”

“Nós o matamos! Nós o matamos!” Esta é a última frase de um filme que ao mesmo tempo em que tem o poder de sensibilizar emocionalmente qualquer trabalhador proletariado, faz tecer reflexões críticas não só dos três poderes que regem um Estado, mas também de um quarto poder, a mídia, que muitas vezes passa despercebida pelas massas, ou seja, pelos menos favorecidos socioeconomicamente. O filme “O Quarto Poder” que foi dirigido pelo diretor americano Costa-Gravas, com duração de 115 minutos foi ao ar no ano de 1997, trás em seu roteiro o poder que a mídia tem sobre as pessoas e de como ela pode transformar e, porque não dizer transtornar a vida de alguns.
“O Quarto Poder” trás, a meu ver, dois personagens principais, Max Brackett (Dustin Hoffman) e Sam Baily (John Travolta) que no decorrer do drama tem suas vidas transformadas por um terceiro personagem, a mídia televisiva. Enquanto Sam, um trabalhador da área de segurança reclama seu emprego e sua vida simples (tradicional) de volta o outro quer a oportunidade de ter sua fama de repórter de volta, onde podia garantir não só um bom salário como o poder que proporciona sobre a população. Vale lembrar que este último havia perdido sua fama como repórter através do próprio poder que ele buscava resgatar, a TV.
Há muito tempo que o poder midiático vem ditando regras em todo o mundo, através de seu poder consegue manipular informações, privilegiar pequenos grupos e fazer da maioria das pessoas, “massa de modelar”, fazendo com que eles acreditem no que ela determina e julga o que seja bom ou ruim, tanto no plano material quanto espiritual. A Mídia televisiva consegue convencer a quase todos que ela está em função de todas as classes de forma unificada, levando apenas o lazer, informação, educação e entretenimento para todos.
No Brasil a mídia faz suas vítimas da mesma forma como em todo o mundo, através do documentário “Além do Cidadão Kane” podemos nos certificar como a maior rede de comunicação brasileira influencia e dita regras aos brasileiros. Bem parecido com o enredo do filme, “O Quarto Poder”, a Rede Globo distorce informações, criam programas que não levam ninguém a lugar algum, mas divertem e faz sonhar. Tudo isso para esconder da maioria os problemas financeiros que o país enfrenta, as falcatruas que os políticos fazem e, principalmente as decisões que deveriam tomar e não tomam.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Diferenças de Valores entre Arte, Artesanato e Design

Pequena análise das
Diferenças de Valores entre Arte, Artesanato e Design.
A arte vem se desenvolvendo e se aperfeiçoando conforme os momentos históricos da sociedade política e social. Mas vale ressaltar que a arte veio antes de uma organização formal da sociedade, portanto ela é precursora de todos os movimentos históricos. Quando me refiro a “Política e Social” quero falar sobre os conceitos e idéias hegemônicas que regem toda uma sociedade. Estes conceitos estão no âmbito de formação de políticas públicas e sociais feitas por governantes ou mesmo por pessoas que em certos momentos pensam no desenvolvimento de uma sociedade politicamente organizada.
A arte como algo inerente ao ser humano sofre com modificações que, mesmo sem tirar sua maior função que é desenvolver o sujeito criticamente e fazer que ele use a sua arte para desenvolver a si próprio, tentam colocar e recolocar a arte no mundo conforme a necessidade da ocasião, do momento histórico. Em meio a tantas revoluções e evoluções artísticas a arte nunca perdeu sua real significação. Hoje falamos e aprendemos artes de várias formas e com vários nomes, que na maioria das vezes quer dizer a mesma coisa. Temos por exemplo o artesanato e o design como formas de Artes em períodos diferentes.
O que entendemos hoje por artesanato é que, é algo feito manualmente e em pequenas quantidades. Porém desde a primeira revolução industrial que o artesanato vem sendo degradado e subjugado pelas novas tecnologias. As máquinas trouxeram novas perspectivas para o artesanato, e ao longo de dois séculos ele foi reduzido de útil para fútil. Atualmente os artesanatos se encontram em feiras populares e museus. Nas feiras eles são objetos de ornamentação tanto pessoal como habitacional, compramos artesanato para enfeitarmos nossos lares ou ao nosso corpo, não somos obrigatoriamente sujeitos a tê-los, ou seja, virou de certa forma luxo. Já os artesanatos dos museus, estão lá como documento histórico de um povo.
O design veio através da segunda revolução industrial, fim do século XIX até meados do século passado, a forma mais simples de entender este nome é encará-lo como um projeto ou modelo de um produto ou artefato, onde através deste modelo pode-se ter vários objetos iguais, mas isso só foi possível, é claro, com todas as máquinas que criaram nestas revoluções industriais. Com isso estes artefatos que antes eram artesanatos, baratearam e alcançaram todas as classes sociais da sociedade.
Enfim, por um lado a recusa do artesanato e por outro o apogeu do design. Mas porque o design foi tão rapidamente aceito pelas pessoas? Esta resposta é de fácil entendimento e darei uma resposta que existe no texto de Dulce Ozinski que fala sobre “O ENSINO DE ARTE E A INDUSTRIA” pág. 45.
“As fábricas colocavam no mercado quantidades enormes de artigos a um baixo custo, destinando-se a atender à demanda de um público ao qual faltava educação e tradição, ‘um público que ou tinha dinheiro demais e falta de tempo ou falta de dinheiro e tempo’(Pevsner,1994:3)”
Estas colocações de Ozinski se encaixam perfeitamente neste texto e contexto entre Arte, design e artesanato, pois com tantas evoluções tecnológicas as pessoas não tinham mais tempo para fazer seus próprios utensílios, os operários trabalhavam até 18 horas por dia para ganhar o sustento da família e se tornar também um consumidor ativo dos novos inventos, assim se sentia parte da sociedade. Eles também queriam participar das descobertas das indústrias, apesar de seus produtos fabricados não ter quase valor estético, oferecia comodidade para todos. E os ricos ou as classes que tinham posses, em muitos dos casos eram donos ou sócios das fábricas, esses não tinham tempo, mas tinham dinheiro e mais do que ninguém deveriam utilizar o que eles preconizavam que era bom. A mercadoria industrializada.
Falei no meu texto sobre estes nomes: Arte; Artesanato; Design. Tentei diferencia-los. Mas o que consegui, creio, é que como dito anteriormente todos estes nomes se encaixam em um só nome, “Arte”. Apenas são diferentes em seus valores estéticos, funções e utilizações. Essas diferenças são bem definidas nas idéias hegemônicas, nas vanguardas industriais e naqueles que decidem os rumos de uma cidade, país, nação e porque não dizer o mundo.


Bibliografia:
OSINSKI, Dulce. As Academias e o Surgimento do
Neoclassicismo. In:______. Arte, História e Ensino Uma
Trajetória. São Paulo: Cortez Editora v.79. 2002 (Questões da
Nossa Época ).p. 31‐43.
Site:
www.brasilescola.com

domingo, 19 de abril de 2009

Artigo do Tião Vitor: "Jornal Página 20"

Este foi um artigo feito pelo nosso jornaslista acreano Tião Vitor e publicado no jornal "página 20", fala sobre o espetáculo "20 anos de risos"!

OBS: peguei esta reportagem no blog do Tião Vitor,



Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009


...O teatro de domingo


Não sou crítico de arte e nunca quis enveredar por essa área porque sei que é necessário conhecimento específico e uma vivência cultural que realmente não detenho. Mas quero recomendar um espetáculo a que assisti no fim de semana - “20 Anos de Risos”. Trata-se de uma peça de teatro infantil, mas que provoca o riso descontrolado em pessoas de todas as idades. Portanto, um bom programa para toda a família ou para quem não aguenta a chatice dos programas de tevê nas tardes de domingo.Se crítico de arte eu fosse, faria uma análise completa do espetáculo, passando por cenário, figurino, texto, iluminação e uma dezena de outros itens imperceptíveis para os cidadãos comuns, mas que não passariam despercebidos para os olhos treinados. Se fosse um crítico exigente poderia até reprovar o espetáculo do Rufino. É bem verdade que o cenário parece ter sido feito de forma artesanal, o figurino é modesto, a iluminação e o som não utilizam grandes recursos, mas tudo isso é apenas um detalhe que em nada desmerece o resultado final do trabalho, que se resume na satisfação dos espectadores e o bem que ele causa ao fazer fluir o riso em todos que o assistem.A peça é dirigida em encenado pelo ativista cultural Rogério Curtura, que faz o Palhaço Rufino; a esposa e companheira de mais de 20 anos, Françoise, que faz a “Coisinha”; o filho mais velho, Rogerinho, que faz o “Microbinho”; e o mais novo membro do Grupo do Palhaço Rufino: Pablo Emílio, com idade que não ultrapassa os cinco anos. Essa gracinha se apresenta como Piolhinho, um cativante palhacinho que atua como gente grande. O texto também é de Rogério e conta, como o próprio nome já diz, os 20 anos de sua atuação como palhaço e produtor cultural.O motivo desse texto e dessa “crítica positiva” ao espetáculo não se deve apenas ao excelente espetáculo. A verdade é que, assistindo a ele no domingo passado, percebi que a história do Palhaço Rufino representa muito bem um pouco do que foi a produção cultural nas últimas duas décadas. Rogério se manteve ativo em um cenário em faltou incentivo à produção, os espetáculos rarearam, os artistas se tornaram qualquer outra coisa bem distante da arte, o público fugiu das casas de espetáculo e os teatros ou deixaram de existir ou, se existem, não funcionam mais como berço de artistas ou de espetáculos. O pior: o Palhaço Rufino viveu nos últimos 20 anos em um cenário no qual faltaram políticas públicas de incentivo à cultura, seja nos anos de governo de direita, seja nos anos de governo de esquerda.O texto da peça, e a história de Rogério, começam em 1989, quando se une a outro que também vem resistindo no meio do marasmo da cultura acreana, Dinho Gonçalves, conhecido como Palhaço Tenorino. Se fossem mudados os atores e as histórias devidamente adaptadas, poderia ser esse o espetáculo contando a história de Dinho e Tenorino. Assim como Rogério, ele passou por poucas e boas para se manter ativo e estrear, vez por outra, um espetáculo que se torna sucesso de público com relativa frequência. Eu acompanhei um pouco de Dinho e Rogério na dupla que faziam animando festas infantis. Acompanhei quando se separaram. Apreciei quando Rufino se uniu ao Carrapeta, ajudei no Grupo do Palhaço Tenorino que Dinho formou a seguir e o que os dois têm feito separadamente. Por isso posso dar uma de crítico aqui, já que acumulei a vivência da produção de ambos.É claro que teve muitos bons espetáculos no Acre nos últimos 20 anos. Também surgiu muita gente boa, bons atores e bons diretores. Mas nada se iguala à efevercência das décadas de 1970 e 1980. E embora os anos subsequentes tenham sido de maior “fartura” para o empresariado do comércio, da indústria ou de serviços, os patrocínios rarearam bastante. Nem mesmo as leis de incentivo à cultura do município ou do Estado conseguiram remontar o sucesso anterior. Produzir cultura, que já não é fácil em lugar algum, no Acre se tornou quase impossível.Finalizando a minha primeira e única incursão no mundo da “crítica de arte”, vale a pena ver no espetáculo de Rufino o que é uma família bonita, afinada na vida profissional e com o maravilhoso ideal de fazer cultura, isso passando por todas as dificuldades que citei acima.Vejam, se tudo isso que disse aqui não lhes motivar a ir ao Theatro Hélio Melo no domingo, às 5 da tarde, ver o espetáculo, saibam que perderão a oportunidade de comprovar que, no Acre, cultura é coisa de família e que arte se faz desde pequenino - basta ver o pequeno Piolhinho no palco.
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Postado por Tião Vitor às 16:33